PERCEPÇÕES DAS ATIVIDADES DE LEITURA NO IFG/CÂMPUS JATAÍ

Rita Rodrigues Souza, Ana Paula Gomes Grande

Resumo


O trabalho com o texto pode constituir-se num processo de reconstrução do mesmo. Para que essa reconstrução ocorra, há que se atribuir importância aos diferentes tipos de textos e às diferentes leituras que o leitor poderá fazer (PAULINO et al, 2001). Independente dos fatores que provocam tensões e desajustes entre os participantes do processo de ensino aprendizagem de leitura, é consenso entre estudiosos e o sistema governamental de que a escola tem um papel fundamental na inserção das pessoas no mundo letrado. Conforme Lerner (2002, p. 19): “a função da instituição escolar é comunicar saberes e comportamentos culturais às novas gerações, a leitura e a escrita existem nela para ser ensinadas e aprendidas.”No sentido do que já foi colocado pelas OCEM (BRASIL/MEC, 2006), o Documento Base: Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrada ao Ensino Médio (BRASIL/MEC, 2007, p. 41) prevê uma formação do discente que transcenda o fazer prático, ou seja, que o jovem seja capaz de refletir sobre ele, compreendê-lo a partir de bases teóricas, para isso, neste documento defende-se que os alunos dos cursos técnicos integrados tenham uma formação humana que garanta “ao jovem e ao adulto trabalhador o direito a uma formação completa para a leitura do mundo e para a atuação como cidadão pertencente a um país, integrado dignamente à sua sociedade política”. Nessa vertente, o currículo e as atividades de leitura devem contemplar o aluno com ator, considerando suas características e necessidades e a sociedade em que está inserido.

 


Palavras-chave


atividades, leitura, IFG

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