Breve canção: rememorações e porvir em uma possível e contínua composição de mim

Fernanda Cougo Mendonça

Resumo


Nesta escrita performativa em diálogo com poetas, pesquisadoras/es, professoras/es; procuro fazer soar, nessa narrativa, algumas notas de minha formação e atuação como artista, educadora, pesquisadora, aprendiz, mestra... unindo fragmentos aparentemente dispersos e desconexos componho uma “breve canção”. Por vezes me valho de metáforas para dar visibilidade a memórias e reflexões que só existem no mundo invisível do meu pensamento. Palavras e memórias que não trazem o “real vivido”. Que são antes, reconstruções do passado, a partir do tempo presente. Rememorações que são vivas em meu corpo e tecidas aqui/agora com as letras fixas, grafadas no espaço do papel em branco, para serem narradas/lidas por outrem. Minha escritura objetiva dar a conhecer fragmentos de quem sou, a mim mesma e a quem me lê. E nesse mesmo movimento, clarear sonhos de futuros possíveis (e quem sabe até impossíveis). E é assim que meu viver dinâmico, instável, vulnerável, se torna história; da qual sou, portanto, sujeita, intérprete e narradora.

 

Palavras-chave: Narrativas de si. Memória. Arte. Cultura. Educação.


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